Artigo respingado com a devida venia a “Gazeta do Povo e Agencia Estado” pela sua importancia, relativamente ao caso Bruno ex;guarda-redes do Flamengo.
O Flamengo vai rescindir o contrato do goleiro Bruno e processá-lo por perdas e danos à imagem do clube. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira pela presidente do clube, Patrícia Amorim, em entrevista à TV Globo.
A medida foi uma recomendação do conselho de juristas formado para estudar o caso do goleiro, preso pelo suposto sequestro e assassinato de sua ex-amante Eliza Samudio. Logo depois da divulgação do desaparecimento de Eliza, o clube afastou o jogador, que era capitão do time.
“Naquele dia, ainda não havia surgido depoimentos, nem indiciamento, muito menos a prisão, ele era apenas suspeito”, explicou Patrícia.
Segundo ela, o jogador afirmou que gostava do Flamengo, que era inocente, mas não demonstrou nenhum tipo de emoção. “Ele estava muito tranquilo, muito tranquilo. Olhava no olho. Aquela tranquilidade me assustou, porque nenhum de nós estava tranquilo. Foi difícil, complicado. Depois ele saiu pela quadra, e eu vi na internet que ele disse que ainda iria rir da situação. A gente não estava rindo”, disse.























Em Alta &
Em Baixa






Segundo o portal g1; Bruno diz que é inocente e culpa Macarrão pelo sumiço de Eliza em: http://bit.ly/9KFVoZ.
Estas desculpas (de mau pagador…) foram recolhidas a bordo do voo que levou Bruno e Macarrão do Rio de Janeiro para Belo Horizonte a dias, e foram difundidas hoje, a minutos, no programa Fantastico da TV Globo.
Já estava na fase de sacudir a agua do capote!!!
O Flamengo deve estar de posse de informações muito precisas da culpabilidade do seu atleta, para a sua areá juridica decidir despedir o guarda-redes por um singelo telegrama que vai receber daqui a umas horas na cela onde se encontra preso em Belo Horizonte.
Segundo as informações recolhidas, o guarda-redes é despedido por justa causa, e o Flamengo requer ser compensado por perdas na sua imagem enquanto instituição, para além das perdas registadas nas vendas de camisolas com a inscrição do nome do guarda-redes e que tiveram que ser recolhidas do mercado.