O procurador do Ministério Público (MP) pediu ontem a extracção de certidões dos dep
oimentos de mais duas testemunhas no julgamento de José Eduardo Simões, presidente da Académica de Coimbra, para que venham a ser constituídas arguidas num processo por eventuais falsas declarações.
Após a acareação de José Manuel Carrilho, promotor imobiliário, e João Leal Barreto, ex-quadro do Grupo Amorim, os dois mantiveram as declarações prestadas anteriormente, que são contraditórias. Carrilho jurou pela sua vida que foi Leal Barreto quem o contactou para subscrever uma letra para ajudar a Académica. Mas o ex-quadro do Grupo Amorim nega tê-lo feito. O procurador do MP presume que um dos dois está a mentir, pelo que será instaurado um inquérito.
Com a devida venia ao CM






























