Afinal serão sete os jovens brasileiros provenientes do Santo André, clube do estado de São Paulo com o qual o Gil Vicente celebrou recentemente um protocolo de cooperação e cedência de jogadores. Os craques, com idades compreendidas entre os 19 e os 23 anos, chegaram a Portugal a meio da tarde de ontem com uma bagagem carregada de esperanças em singrar no futebol europeu. A única exceção prende-se com o médio Kaio, o único do lote que assumiu ainda não possuir ligação burocrática com os gilistas. Quanto aos restantes, o lateral Caiçara, o lateral-esquerdo Richard, o ala Weberton, o extremo Luís Carlos, o trinco Júnior Urso e o avançado Ramazzoti fazem parte do lote inicial de aquisições avalizadas no Brasil pelo técnico na perspectiva de usufruir da política de contenção de custos e assegurar futebolistas a custo zero com potencial para rentabilizar em Portugal.




























Muito bom… para o futebol portugues baixar mais uns pontos, e colocar jovens futebolistas portugueses no desemprego.
Até quando os responsáveis do estado vão permitir aberrações deste quilate no desporto nacional…
Não lhes chega os exemplos recentes da vergonha da Selecção Nacional cheia de “prostituição” desportiva, para ainda permitirem este estado de coisas!!!
A questão não está na nacionalidade, nem pode estar, mas sim na qualidade. Não seria mais produtivo para o Gil Vicente apostar em jovens Portugueses, com vontade e garra de serem alguém? Eu penso que sim.
Obviamente que discordo que o parâmetro seja a nacionalidade e não a qualidade.
Não sei onde o João vê a prostituição desportiva na Selecção Nacional. Está a referir-se, exactamente, a quê?
Caro Xavier Orkall
Não fora a presença na Selecção Nacional, que é uma optima montra comercial, e jogadores como Deco, Pepe e Compª Ldª jamais teriam saido da mediocridade nos seus clubes, muitas vezes clubes de bairro.
Se você acha que ganhar todas as mordomias a quem direito e ainda mais 800 euros (oitocentos euros) de diaria, quando o salario minimo do País é aquilo que sabemos, não se pode considerar “prostituição” desportiva, ainda por cima para representar o País, em que eles quase que deviam pagar para ter a honra de vestir o jersey nacional… então não sei o que lhe chamar… mas posso optar por “chulice” se a palavra “prostituição” lhe cair mal!
Os vencimentos da FPF tem que ser revistos, e colocados no devido patamar, pois Portugal é aquilo que é, e não aquilo que Madail e mais um bando de malfeitores que o acompanham querem que seja…
Já no Comite Olimpico de Portugal se passa a mesma coisa, e descaradamente lá deixam estar um bando de “sebosos” a gozar a forra larga…
Este é o desporto nacional, e ninguém que pactua com esse estado de coisas, pode vir queixar-se de falta de verbas para atletas com ou sem rendimento internacional, ou para falta de apoios para esta ou aquela actividade, pois são esses mesmos que alimentação esse bando de urubus!!!
@ João Massapina.
Sou Sportinguista por isso posso dizer isto com naturalidade:
É inadmissível que digas que o Deco e Pepe jogaram em Clubes de Bairro. O FCP é, quer se queira quer não, um dos grandes clubes europeus.
Eu também acho que os jogadores deveriam jogar de graça pela Selecção Nacional. Só pela honra. Mas tanto quanto eu sei, todos eles ganham o mesmo, sendo assim a prostituição (ou a chulice) de que falas diz respeito somente ao dinheiro, certo João?
Quanto ao resto subscrevo, principalmente a parte dos sebosos, Adjectivação perfeita!
Caro Xavier Orkall
Clubisticamente estamos no mesmo barco, e saudo a sua opção pessoal.
Obviamente que Deco e Pepe chegaram a Portugal e jogaram em clubes que reputo de bairro, e só depois voaram amis alto nas suas possibilidades.
Se tem servido da Selecção Nacional para se mostrarem na grande montra comercial mundial, e disso nem Liedson pode ficar isento.
A “chulice” esta a vista de todos, e infelizmente todos os que pagam impostos a tem alimentado!
Ok, a chulice é de todos os jogadores, sem excepção!
Caro Xavier Orkall
Obviamente que uns mais do que outros, e isso é visivel, basta olhar para os contratos publicitários que cada um angariou graças a sua participação na Selecção Nacional.
Caro Xavier Orkall
Clubisticamente estamos no mesmo barco, e saudo a sua opção pessoal.
Obviamente que Deco e Pepe chegaram a Portugal e jogaram em clubes que reputo de bairro, e só depois voaram mais alto nas suas possibilidades.
Se tem servido da Selecção Nacional para se mostrarem na grande montra comercial mundial, e disso nem Liedson pode ficar isento.
A “chulice” esta a vista de todos, e infelizmente todos os que pagam impostos a tem alimentado!