“Seria injusto não ver Nuno Assis na África do Sul”
09/03/2010 - 13:03 - Clubes por
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robertogolo1 300x199 Seria injusto não ver Nuno Assis na África do SulContrariando a ideia do treinador do Nacional, Manuel Machado, que disse que o triunfo se justificou pela primeira parte, o técnico Paulo Sérgio disse que “os jogos têm 90 minutos” e que o Vitória de Guimarães “justificou o triunfo pela primeira e segunda partes”.

“A equipa apresentou-se muito bem, esclarecida, com muito futebol, depois soube gerir o jogo o que é prova do crescimento e amadurecimento dos jogadores. Estou satisfeito e deixo aqui o meu grande elogio para os jogadores”, afirmou.

O Vitória está agora a dois pontos do Sporting, quarto classificado, adversário que visita na próxima jornada. “O resultado de hoje não influencia a nossa postura em Alvalade porque encaramos cada partida sempre com forte determinação em vencer”, avisou Paulo Sérgio.

O treinador não quis terminar a conferência de imprensa sem enviar um recado com destinatário explícito: “Respeitando a opinião de todos, quero dizer que seria de todo injusto não ver o Nuno Assis na África do Sul em Junho”.

Para o treinador vitoriano, o médio justifica essa chamada “não só pelo que fez hoje, mas pela sua consistência e perfume, porque ele não é só criativo quando tem a bola”.

“Seria um pecado nesta fase da sua carreira o Nuno Assis não estar na fase final do campeonato do mundo. Não vejo muitos jogadores nos clubes grandes com o desempenho dele e não quero pensar que não jogar num deles ou no estrangeiro seja credencial menor para lá estar”, concluiu.

O treinador do Nacional também considerou justo o triunfo do Vitória de Guimarães justificando-o com “a entrada menos conseguida” da sua equipa e com “os erros” que estiveram na origem dos dois golos.

“O jogo fica definido pelo primeiro tempo: uma boa entrada do Vitória de Guimarães e dois erros graves aproveitados pelo adversário”, analisou Manuel Machado.

Segundo o técnico, a equipa insular podia ter reduzido ainda na primeira parte, primeiro num remate de Pecnik e depois num “lance que podia mudar o rumo do jogo quando o Diego, depois de quase ter ultrapassado o Nilson, hesitou e não fez o golo”.

No segundo tempo, o Vitória “fez uma gestão inteligente do resultado, com muitas interrupções do jogo. A equipa reagiu bem, mas não tão bem como eu esperaria”, concluiu.

Este artigo tem uma opinião

  1. completamente… a 1º parte dele foi absolutamente magistral. perfeito em todos os aspectos e com uma energia que nunca mais acaba
    mas não acredito que seja escolhido… precisava de ser dum dos clubes do costume…

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